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Homem que se fingia de mulher buscando babá e estuprava candidatas é preso no Ceará


Brasil Net

O suspeito ganhava a confiança das vítimas se passando por possível patroa e chegava a contar mentira para pedir fotos de seus seios

Foto: Divulgação
O suspeito se chama Paulo Henrique Santos Monteir

A Polícia Civil do Ceará conseguiu prender um homem de 34 anos que vinha cometendo estupros em série em Fortaleza há pelo menos 6 meses, segundo denúncias de vítimas – pelo menos 10 já foram identificadas.

O suspeito se chama Paulo Henrique Santos Monteiro (na imagem em destaque). Ele buscava anúncios de babás oferecendo seus serviços e se passava por uma mulher que tinha um filho autista. Alegando que a criança tinha a necessidade de peito, perguntava se as candidatas se importavam e pedia fotos de seus seios.

Após ganhar a confiança das mulheres que buscavam emprego, o homem, ainda se passando pela suposta mãe, marcava um encontro com a candidata. No entanto, dizia que quem a pegaria no lugar combinado para conhecer a criança seria seu marido. Após ter a vítima no carro, o homem a levava para um terreno baldio e cometia o estupro.

“Ele alegava que tinha um filho de 9 anos e que esse filho, por uma questão de dependência emocional, tinha necessidade de mamar nos seios, no caso da mãe, que seria a pessoa que estaria contratando. Só que a mãe estaria trabalhando”, relatou a delegada Ana Nery, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza, nesta segunda-feira (30/8) em coletiva de imprensa na capital cearense.

“Ele perguntava a algumas babás se havia possibilidade, se ela iria permitir, do filho não só tocar os seios, mas eventualmente fazer a mama, como diz, ainda que não saísse leite. Segundo ele, o filho tinha essa dependência”, contou a delegada.

Monteiro foi preso no bairro Carlito Pamplona, em Fortaleza. Com ele foram apreendidos celulares com os perfis falsos de mulheres e dezenas de vídeos que comprovariam os crimes. O próprio suspeito disse à polícia que praticava os crimes há seis meses, mas os investigadores acreditam que pode haver vítimas mais antigas e esperam que a divulgação da imagem e do modo de operação ajude a encontrá-las.

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Fonte: *Redação Cornélio Notícias, com informações do Portal Metrópoles